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Após repercussão, TST desiste de sala VIP para ministros no aeroporto de Brasília

Em agosto, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União pediu a paralisação imediata da construção do espaço

Após repercussão, TST desiste de sala VIP para ministros no aeroporto de Brasília
Após repercussão, TST desiste de sala VIP para ministros no aeroporto de Brasília
O Tribunal Superior do Trabalho. Foto: Warley Andrade/TV Brasil
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Após a repercussão negativa, o Tribunal Superior do Trabalho decidiu cancelar o contrato de locação de uma sala VIP no aeroporto de Brasília ao custo total de 1,5 milhão de reais.

Em nota, o presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, pontuou que a rescisão foi motivada pela suposta ausência de necessidade de uso do espaço e garantiu que a decisão não causará perdas financeiras à Corte.

O contrato em questão, feito sem licitação, dava direito ao atendimento exclusivo e o transporte executivo entre o portão de embarque e a aeronave para evitar encontros com “pessoas mal intencionadas ou inconvenientes”.

Tratava-se de sala exclusiva de 44 m², com piso de granito, copa, banheiros e paredes de gesso, ao valor mensal de 30 mil reais, mais 2,6 mil reais em despesas operacionais. O arranjo tinha vigência de 2 anos, com término estimado para abril de 2027.

Previa também serviços exclusivos para os ministros, como carro privativo, avião e funcionários do aeroporto dedicados ao atendimento.

Em agosto, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União pediu a paralisação imediata da construção da sala VIP. O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado alegou que o projeto carecia de comprovação técnica e beneficiaria apenas um grupo restrito de pessoas.

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