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Bolsonaro quer acesso livre de 6 políticos para visitas em prisão domiciliar; Moraes decidirá
O ex-presidente está prestes a ir a julgamento por liderar a tentativa de golpe
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, nesta sexta-feira 15, autorização para que seis políticos possam visitá-lo em sua prisão domiciliar sem prévio aval da Corte.
Bolsonaro solicitou trânsito livre para o presidente do PL, Valdemar Costa Neto; o vice-presidente do partido em Rondônia, Bruno Scheid; o senador Rogério Marinho (PL-RN); e os deputados federais Altineu Côrtes (PL-RJ), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC).
“Tal medida se justifica pela relevância institucional e pela função de liderança exercida por tais autoridades, cuja interação com o peticionante é frequente e necessária, considerando seu papel no núcleo político mais próximo deste”, alegam os advogados.
A defesa argumenta que liberar essa lista “preserva o controle judicial” sobre a prisão domiciliar, mas garante “a máxima flexibilidade para as lideranças políticas listadas”.
Moraes não havia se manifestado sobre o pedido até a noite desta sexta-feira.
Bolsonaro está prestes a ser julgado pela Primeira Turma do STF por liderar a tentativa de golpe de Estado em 2022. O presidente do colegiado, Cristiano Zanin, definiu para 2 de setembro o início do julgamento da ação penal contra o núcleo crucial da trama golpista, do qual o ex-presidente faz parte.
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