Saúde
Após 20 anos, Brasil retoma fabricação nacional de insulina
Os contratos preveem a entrega para a rede pública de 8,01 milhões de unidades de insulina em 2025 e 2026
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu nesta sexta-feira 11, na fábrica da Biomm, em Nova Lima, em Minas Gerais, o primeiro lote de insulinas 100% nacionais, produzidas por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP).
Com a transferência da tecnologia da farmacêutica indiana Wockhardt, o Brasil volta a fabricar o medicamento, sendo viabilizada pelo laboratório público Fundação Ezequiel Dias (Funed) e pela brasileira Biomm.
Na ocasião, foram entregues 207.385 mil unidades do medicamento – sendo 67.317 frascos de insulina regular e 140.068 de insulina NPH. Após a transferência total da tecnologia, o Brasil produzirá 50% da demanda relacionada às insulinas NPH e regular no SUS, ou seja, cerca de 45 milhões de doses anuais.
“Cerca de 10% da população brasileira tem diabetes , e parte dessas pessoas precisa usar insulina. Isso garante tranquilidade, segurança e estabilidade tanto para o SUS quanto para os cidadãos que dependem do medicamento”, disse Padilha.
Com investimentos de 142 milhões de reais na aquisição da tecnologia, os contratos preveem a entrega para a rede pública de 8,01 milhões de unidades de insulina, entre frascos e canetas, em 2025 e 2026.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



