Mundo
Bombardeio israelense à prisão de Evin, no Irã, deixou 71 mortos
Entre as vítimas estão funcionários administrativos, soldados, prisioneiros, familiares visitantes e pessoas que moram nas proximidades
O bombardeio israelense à prisão de Evin, em Teerã, na última segunda-feira 23, deixou pelo menos 71 mortos, informou o Poder Judiciário iraniano neste domingo 29.
Esse complexo penitenciário, localizado no norte da capital do Irã, foi bombardeado como parte da campanha lançada em 13 de junho por Israel, que confirmou o ataque.
No momento do bombardeio, vários opositores e prisioneiros estrangeiros ou com dupla nacionalidade estavam detidos nessa instalação de alta segurança, onde a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz Narges Mohammadi também ficou presa por anos.
Entre as vítimas estão funcionários administrativos da prisão, soldados, prisioneiros, familiares visitantes e pessoas que moram nas proximidades, disse o porta-voz judiciário Asghar Jahangir.
As fotos publicadas pelo Judiciário mostram paredes destruídas, tetos desabados e escavadeiras limpando os escombros.
Um dia após o bombardeio, as autoridades anunciaram a transferência de um número não especificado de detentos para outras prisões.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Irã dá adeus com honras de Estado a militares e cientistas mortos na guerra com Israel
Por AFP
Trump diz que ‘não tolerará’ continuação do julgamento por corrupção contra Netanyahu
Por AFP
Tribunal israelense se recusa a adiar julgamento por corrupção de Netanhayu
Por AFP


