Política

O que se sabe sobre o caso da vereadora do PT morta a facadas no RS

A Polícia Civil disse já ter uma lista de suspeitos pelo assassinato de Elisane Rodrigues dos Santos na cidade de Formigueiro

O que se sabe sobre o caso da vereadora do PT morta a facadas no RS
O que se sabe sobre o caso da vereadora do PT morta a facadas no RS
A vereadora pelo PT em Formigueiro (RS), Elisane Rodrigues. Foto: Reprodução
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A Polícia Civil já tem suspeitos identificados pela morte da vereadora Elisane Rodrigues dos Santos (PT), em Formigueiro, na Região Central do Rio Grande do Sul.

A parlamentar foi encontrada morta com múltiplos golpes de faca na manhã da terça-feira 17. A suspeita é a de que o crime tenha ocorrido pouco depois de sua participação em uma sessão na Câmara Municipal na noite da segunda-feira 16.

O corpo de Elisane estava caído ao lado de seu carro em uma estrada de terra no interior do município com diversos golpes de faca na região do tronco e com um corte profundo no pescoço. Não há câmeras de monitoramento no local.

A crença dos policiais é a de que as agressões contra a parlamentar tenham começado ainda dentro do veículo, que apresentava manchas de sangue no para-brisas e no banco.

Pela dinâmica, os policiais também suspeitam que uma ou mais pessoas que conheciam a parlamentar a tenham atraído para o local e cometido o crime. A polícia descarta, em principio, a possibilidade de latrocínio, pois todos os pertences da vereadora estavam no carro.

O corpo foi encaminhado para Santa Maria, onde passará por perícia. O caso segue sob investigação.

Filiada ao PT, Elisane era técnica de enfermagem e a única mulher entre os vereadores do município de Formigueiro. A parlamentar era reconhecida na defesa dos direitos das comunidades quilombolas e das mulheres. Em março deste ano, a vereadora foi homenageada pela Assembleia Legislativa do RS com o Prêmio Mulheres de Luta 2025, ao lado de outras lideranças femininas do estado, em reconhecimento à sua trajetória de dedicação às causas sociais.

Lideranças petistas como a ministra Gleisi Hoffmann e o ex-ministro Paulo Pimenta, que é do RS, cobraram rigor nas investigações do caso.

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