Economia

Testes da Petrobras na Margem Equatorial devem começar em junho

A estatal briga pela licença ambiental para explorar a região que vai do do Amapá ao Rio Grande do Norte

Testes da Petrobras na Margem Equatorial devem começar em junho
Testes da Petrobras na Margem Equatorial devem começar em junho
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

A Petrobras deve começar os testes do primeiro poço para exploração de petróleo na Margem Equatorial em junho deste ano. Esta é a última etapa prevista no processo de licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a extração de petróleo na região.

Na segunda-feira 19, o Ibama aprovou o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada apresentado pela estatal. Agora, a Petrobras e o Ibama realizarão uma simulação in loco das ações de resposta a emergências, a Avaliação Pré-Operacional.

Nesse exercício, haverá o teste de um evento acidental de vazamento de óleo, com o objetivo de verificar a eficácia do plano de emergência para a perfuração. Serão avaliados pelo Ibama aspectos como a eficiência dos equipamentos, a agilidade na resposta, o cumprimento dos tempos de atendimento à fauna previstos e a comunicação com autoridades e partes interessadas.

O exercício envolverá mais de 400 pessoas e contará com recursos logísticos como embarcações de grande porte, helicópteros e a própria sonda de perfuração NS-42, que será posicionada no local a ser perfurado.

A estatal, que briga pela licença ambiental para explorar a região que vai do do Amapá ao Rio Grande do Norte, já está realizando a limpeza da sonda de perfuração para levar os equipamentos ao local dos testes.

Região onde está localizada a Margem Equatorial. Foto: Petrobras/Reprodução

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo