Mundo
De Beyoncé a Springsteen: Trump pede investigação contra celebridades que apoiaram Kamala
O magnata, que venceu com folga em 2024, recebeu um apoio fraco da indústria do entretenimento em geral
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu nesta segunda-feira 19 “uma grande investigação” sobre Beyoncé, Bruce Springsteen e outras celebridades que acusa de terem cobrado milhões de dólares para apoiar sua adversária democrata nas eleições de 2024, Kamala Harris.
Trump alegou que a cantora Beyoncé recebeu uma quantia milionária para participar de um comício de Kamala em outubro. “Pagaram 11 milhões de dólares [62 milhões de reais] a Beyoncé para subir em um palco, apoiar rapidamente Kamala e se retirar, sob vaias, por não ter cantado nenhuma música”, criticou o magnata, que foi desmentido pela equipe da democrata.
Trump anunciou que pretende “pedir uma grande investigação” sobre o assunto. “Não é permitido aos candidatos pagar por apoios, que foi o que Kamala fez, sob o pretexto de pagar por entretenimento”, ressaltou o republicano, para quem a democrata tentou “inflar artificialmente” seu público.
Kamala buscou aproveitar a influência de celebridades como Beyoncé, Springsteen e Oprah Winfrey. Essa última defendeu o pagamento de 1 milhão de dólares (cerca de 6 milhões de reais) à sua produtora pela equipe de campanha da democrata para cobrir as despesas relacionadas a um comício realizado setembro.
Trump acusou nesta segunda-feira Kamala de ter pago Springsteen para participar de um evento de campanha na Geórgia semanas antes das eleições. “Quanto Kamala Harris pagou a Bruce Springsteen por sua atuação fraca durante a campanha para a Presidência? Por que ele aceitou esse dinheiro, se é tão fã dela?”, questionou o republicano.
Trump, que venceu com folga as eleições de 2024, recebeu um apoio fraco da indústria do entretenimento em geral, mas recorreu a influenciadores, como Joe Rogan, um dos principais podcasters do mundo.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Governo Trump pagará US$ 5 milhões por morte de invasora do Capitólio
Por AFP
Putin e Trump são a favor de ‘normalização’ da relação Rússia-EUA
Por AFP
Suprema Corte permite que Trump revogue a proteção migratória de 350 mil venezuelanos
Por AFP



