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Cruz Vermelha investiga paradeiro de 50 mil desaparecidos na guerra Rússia-Ucrânia

Mais de 90% dos desaparecidos são soldados

Cruz Vermelha investiga paradeiro de 50 mil desaparecidos na guerra Rússia-Ucrânia
Cruz Vermelha investiga paradeiro de 50 mil desaparecidos na guerra Rússia-Ucrânia
Um homem examina a destruição de um centro de escritórios atingido por um ataque de mísseis em Kiev, em 2 de setembro de 2024, em meio à invasão russa na Ucrânia. Foto: Sergei CHUZAVKOV / AFP
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O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) afirmou nesta quinta-feira (13) que está tentando rastrear quase 50 mil pessoas, a grande maioria soldados, que desapareceram desde o início da invasão russa na Ucrânia em fevereiro de 2022.

“Desde fevereiro de 2024, o número de casos abertos de pessoas desaparecidas dobrou e agora está se aproximando de 50 mil”, disse aos repórteres Dusan Vujasanin, que lidera o esforço de busca do CICV.

O número de desaparecidos era de cerca de 23 mil há um ano.

Ele disse que mais de 90% dos mais de 50 mil desaparecidos são soldados.

Em março de 2022, o CICV abriu um escritório da Agência Central de Rastreamento dedicado especificamente ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

Nos últimos três anos, o escritório recebeu mais de 63 mil notificações de famílias russas e ucranianas em busca de um ente querido. Isso significa que a Cruz Vermelha encontrou até agora cerca de 13 mil pessoas, disse Vukhassanin.

No entanto, segundo ele, o número de notificações continua aumentando “exponencialmente”.

De acordo com Vujasanin, o aumento se deve à intensificação do conflito em certas áreas e ao fato de que as famílias estão mais conscientes do trabalho do CICV.

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