Mundo

UE ‘lamenta’ tarifas dos EUA e diz que responderá ‘com firmeza’ se forem aplicadas

No sábado, Donald Trump impôs tarifas aos três principais parceiros comerciais dos EUA, que juntos representam mais de 40% das importações do país

UE ‘lamenta’ tarifas dos EUA e diz que responderá ‘com firmeza’ se forem aplicadas
UE ‘lamenta’ tarifas dos EUA e diz que responderá ‘com firmeza’ se forem aplicadas
Foto: Mandel NGAN / AFP
Apoie Siga-nos no

A União Europeia “lamentou” neste domingo (2) a decisão dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre produtos do Canadá, México e China e disse que responderá “com firmeza” caso as tarifas sejam aplicadas ao bloco.

“A UE está firmemente convencida de que tarifas baixas promovem o crescimento e a estabilidade econômica, mas “responderá com firmeza se tarifas injustas forem aplicadas”, alertou a Comissão Europeia.

No sábado, o presidente Donald Trump cumpriu a ameaça de impor tarifas aos três principais parceiros comerciais dos Estados Unidos, que juntos representam mais de 40% das importações do país.

Especificamente, ele anunciou tarifas de 25% sobre produtos do Canadá e do México e um adicional de 10% àquelas já em vigor sobre produtos chineses.

“As tarifas criam perturbações econômicas desnecessárias e alimentam a inflação. Elas são ruins para todas as partes”, disse a Comissão Europeia, julgando que “mercados abertos e respeito às regras do comércio internacional são essenciais para um crescimento econômico forte e sustentável”.

Embora Trump tenha falado várias vezes sobre a imposição de tarifas também sobre produtos europeus, o executivo de Bruxelas disse que não há informações sobre isso no momento.

“Nossas relações comerciais e de investimento com os Estados Unidos são as mais importantes do mundo. Os riscos são consideráveis. Nós devemos buscar fortalecer essas relações”, acrescentou a Comissão.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo