Saúde

São Paulo confirma morte de primata por febre amarela em Osasco

O governo paulista negocia com o Ministério da Saúde para receber seis milhões de doses da vacina

São Paulo confirma morte de primata por febre amarela em Osasco
São Paulo confirma morte de primata por febre amarela em Osasco
Créditos: Tomaz Silva / Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O estado de São Paulo confirmou a notificação de uma morte de primata com febre amarela em um trecho de mata na cidade de Osasco, região metropolitana da capital, e está em negociação com o Ministério da Saúde para receber seis milhões de doses da vacina contra a doença.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o ministério enviou para São Paulo 300 mil doses do imunizante nesta semana e informou que, até a próxima semana, remeterá mais um milhão de doses.

Vacinação

No estado, foram confirmados oito casos da doença em humanos. Sete pessoas contraíram a doença em território paulista. Em todos os casos, os pacientes não tinham se vacinado contra a febre amarela.

A meta é vacinar 95% da população, mas a cobertura atual é de 80%. Segundo o painel de vacinação do Ministério da Saúde, foram distribuídos 11 milhões de doses do imunizante nos últimos seis meses, dos quais 3,5 milhões em janeiro deste ano. São Paulo foi o destino de um milhão de doses em janeiro.

Em primatas, que não transmitem diretamente a doença, houve 25 casos de febre amarela confirmados, dos quais 20 em Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho, um em Socorro, um em Colina, um em Campinas e um em Osasco.

A vacinação é realizada em dose única para maiores de cinco anos. Crianças menores recebem uma dose aos nove meses e reforço aos quatro anos. Desde 2017, o País adota esquema vacinal com uma dose para toda a vida.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo