Mundo
Brasil celebra cessar-fogo e pede libertação de todos os reféns
O Ministério das Relações Exteriores exaltou a importância da entrada desimpedida de ajuda humanitária a Gaza
O governo brasileiro celebrou, nesta quarta-feira 15, o anúncio do cessar-fogo entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza e pediu pela libertação de todos os reféns. Além disso, o Ministério das Relações Exteriores ainda exaltou a importância da entrada desimpedida de ajuda humanitária a Gaza.
“Assim como a assegurarem as condições necessárias para o início do urgente processo de reconstrução de sua infraestrutura civil”, disse.
Na nota, o governo reforçou seu compromisso com a solução de dois Estados, com um Estado da Palestina independente e viável, vivendo lado a lado com Israel, dentro das fronteiras de 1967, que inclui a Faixa de Gaza e a Cisjordânia, tendo Jerusalém Oriental como sua capital.
O cessar-fogo deverá pôr fim aos incessantes bombardeios e confrontos no território, palco de uma ofensiva implacável de Israel após o ataque do Hamas no sul de Israel em 7 de outubro de 2023, que deu início ao conflito.
Segundo fontes próximas ao Hamas, na primeira fase do acordo, 33 reféns devem ser libertados em troca de mil palestinos detidos por Israel. As libertações ocorreriam “em grupos, começando por crianças e mulheres”.
A segunda fase do pacto incluiria a libertação dos últimos reféns, “soldados homens, homens em idade militar e os corpos dos reféns assassinados”, de acordo com o jornal Times of Israel.
(Com informações da AFP).
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.

