Mundo

Número de mortes provocadas pelo ciclone Chido em Moçambique sobe para 94

Os fortes ventos, com rajadas de até 260 km/h, e as chuvas que acumularam 250 mm em 24 horas destruíram a província de Cabo Delgado, no norte do país

Número de mortes provocadas pelo ciclone Chido em Moçambique sobe para 94
Número de mortes provocadas pelo ciclone Chido em Moçambique sobe para 94
Foto: Handout / Cooperative Institute for Research in the Atmosphere (CIRA) / AFP
Apoie Siga-nos no

A passagem do ciclone Chido por Moçambique provocou pelo menos 94 mortes, segundo um balanço atualizado publicado neste domingo 22 pelo Instituto Nacional de Gestão de Riscos e Desastres.

O balanço anterior registrava 75 mortos.

O potente ciclone, que devastou há alguns dias o pequeno arquipélago francês de Mayotte no Oceano Índico, destruiu mais de 110.000 casas em Moçambique, um dos países mais pobres do mundo.

Os fortes ventos, com rajadas de até 260 km/h, e as chuvas que acumularam 250 mm em 24 horas destruíram a província de Cabo Delgado, no norte do país, onde vive a maioria das 620.000 pessoas afetadas pela tempestade.

Imagens divulgadas pelo Unicef do distrito de Mecufi, o mais afetado, mostram edifícios destruídos, incluindo uma mesquita.

O número de feridos permaneceu em 670, segundo as autoridades.

O candidato à presidência da Frelimo (Frente de Libertação de Moçambique), partido que governa o país há décadas, Daniel Chapo, cuja vitória nas eleições de outubro desencadeou uma crise que deixou 130 mortos, visitou neste domingo a região afetada.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo