Violência policial pressiona Tarcísio. Mas Derrite fica
No ‘Poder em Pauta’ da semana, André Barrocal entrevista a socióloga Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
A Polícia Militar (PM) do estado de São Paulo tem protagonizado vários casos violentos: atirou um homem de cima de uma ponte, assassinou um estudante de medicina durante uma abordagem, executou (mesmo à paisana) um rapaz que havia furtado material de limpeza de um mercado. Esses episódios foram registrados por câmeras e as imagens correram o noticiário e as redes sociais. O governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), foi obrigado a sair a público e defender o uso de câmeras nas fardas dos policiais, posição oposta à dele próprio na eleição de 2022. Apesar disso, Tarcísio disse que seu secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, fica no cargo. Indicado pelo clã Bolsonaro, Derrite é capitão da PM e defensor da truculência policia, mas até ele teve de vir a público condenar o episódio do homem jogado da ponte. Responsável por atirá-lo, o soldado da PM Juan Felipe Alves Pereira foi preso. Sobre esses assuntos, o repórter André Barrocal entrevista a socióloga Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
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