Do Micro Ao Macro
Seguro cibernético avança em grandes empresas; PMEs ainda são desafio
Pequenas e médias empresas enfrentam desafios maiores em proteção contra ataques virtuais
O aumento de fraudes digitais afeta cada vez mais pessoas e empresas. Golpes como mensagens falsas e ligações fraudulentas se tornaram comuns no cotidiano.
No Brasil, o número de ataques cibernéticos subiu 38% no primeiro trimestre de 2024, segundo dados da Check Point Research.
Globalmente, os prejuízos com crimes virtuais já somam 10 trilhões de dólares, conforme aponta a Cybersecurity Ventures.
Esses problemas atingem principalmente as empresas. A digitalização dos negócios aumentou a exposição a ataques, o que forçou muitas empresas a adotar medidas de segurança.
Seguro
Com a presença crescente de empresas no ambiente digital, a demanda por seguro cibernético ganhou força. Esse tipo de seguro tem ajudado a mitigar perdas financeiras e de reputação.
Mesmo grandes empresas, como Microsoft, Uber e redes varejistas, enfrentam ataques frequentes. No Brasil, até o Ministério da Saúde foi alvo de criminosos virtuais.
PMEs são as mais vulneráveis
O risco, porém, é ainda maior para pequenas e médias empresas (PMEs). Elas contam com menos recursos e sistemas de segurança mais simples, o que as torna alvos fáceis.
No Brasil, 62% dos ataques cibernéticos em 2022 foram direcionados a PMEs, que não têm o mesmo nível de proteção das grandes corporações.
Demanda por seguro cibernético aumenta significativamente
Nos últimos cinco anos, a busca por seguros cibernéticos cresceu 880%, segundo a Confederação Nacional de Seguradoras (CNSeg). Esse tipo de seguro já movimenta mais de 200 milhões de reais por ano.
Embora o mercado de seguro cibernético esteja em expansão, grande parte da demanda ainda vem das grandes empresas. Há espaço para crescer entre as PMEs, mas falta conscientização sobre a importância da segurança digital nesse setor.
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