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O que candidatos à Prefeitura de SP disseram sobre o laudo falso de Marçal contra Boulos

Neste sábado 5, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo determinou a exclusão do vídeo das plataformas do ex-coach

O que candidatos à Prefeitura de SP disseram sobre o laudo falso de Marçal contra Boulos
O que candidatos à Prefeitura de SP disseram sobre o laudo falso de Marçal contra Boulos
Ricardo Nunes, Tabata Amaral, Guilherme Boulos e Pablo Marçal. Fotos: Lourival Ribeiro/Divulgação SBT e Rogerio Pallatta/Divulgação SBT
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O candidato à prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), foi à Justiça pedir a prisão do também candidato Pablo Marçal (PRTB), depois que o ex-coach tentou associá-lo novamente ao uso de drogas. O psolista foi o mais afetado pela atitude de Marçal, mas até os seus adversários políticos reagiram com críticas à atitude do influenciador.

Ricardo Nunes (MDB), Tabata Amaral (PSB) e José Luiz Datena (PSDB) chamaram a atenção para a gravidade do ataque.  

“A Justiça precisa ser célere, analisar todas as provas e colocar um basta nesse jogo rasteiro da eleição para o comando da maior cidade do País”, disse o prefeito Ricardo Nunes, que considerou que Marçal cometeu um “ato criminoso”.

“Está muito bem tipificado isso na lei eleitoral. É lamentável. Ele está agindo da mesma maneira que atuou a campanha inteira, ferindo de forma drástica nossa democracia”, completou, durante uma carreata neste sábado 5.

Tabata Amaral, por sua vez, endossou o pedido de prisão feito por Boulos. “Esse homem [Marçal] é um perigo, representa o que há de pior não só na política, mas em toda a sociedade. Tudo o que Pablo Marçal quer é que a gente passe as próximas horas falando sobre ele”, acusou a candidata.

Datena não se pronunciou sobre o tema, mas a sua campanha divulgou nota a respeito da atitude de Marçal. Segundo José Aníbal, presidente do PSDB na capital paulista, que assina a nota, “Pablo Marçal confirma, mais uma vez, que é um delinquente compulsivo e capaz de qualquer crime”. Segundo ele, “o ataque a Boulos é gravíssimo. Feito com o propósito de tumultuar as eleições e fraudar a vontade do eleitor”.

Neste sábado 5, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo determinou a exclusão do vídeo das plataformas do ex-coach. Em decisão liminar, o juiz Rodrigo Marzola Colombini apontou a ‘falsidade do documento’.

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