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Pronúncia de marcas do e-commerce gera 6,5 milhões buscas no último ano

Pódio das companhias cujas pronúncias mais causam confusão é liderado pela Shein, que motivou cerca de 47 mil idas aos mecanismos digitais

Pronúncia de marcas do e-commerce gera 6,5 milhões buscas no último ano
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Estratégias para aumentar o tráfego orgânico e vendas em e-commerces
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A plataforma de ensino de idiomas Preply analisou os mecanismos de busca no Brasil e descobriu que mais de 6,5 milhões de brasileiros pesquisaram a pronúncia correta de marcas estrangeiras nos últimos 12 meses.

As dúvidas foram mais frequentes em relação a e-commerces, empresas de moda e do setor alimentício, mostrando como a fonética de nomes de empresas internacionais pode confundir o público brasileiro.

veja o ranking:

Shein lidera as dificuldades de pronúncia

A marca que mais gerou dúvidas no Brasil foi a Shein, e-commerce chinês muito popular no setor de moda.

Muitos brasileiros se perguntam como pronunciar corretamente o nome da empresa: “xêin”, “xáin” ou “xi-in”. A resposta, segundo a Preply, é a terceira opção: “xi-in”.

O nome deriva da expressão “She inside”, que em inglês significa “ela dentro”, refletindo a ideia de moda acessível para o público feminino.

Marcas inglesas e a dificuldade de adaptação

Não é apenas a Shein que causa confusão. As marcas de origem inglesa, como Apple, Burberry e Budweiser, também geram incertezas.

A Apple, por exemplo, é pronunciada “épou”, mas muitos brasileiros acabam dizendo “êipou”.

A Burberry, famosa marca de moda, é frequentemente dita como “burbéri”, quando a pronúncia correta é “bôrbeuri”.

A cerveja Budweiser, de origem alemã, também não escapa: a versão correta é “bôduaiser”, mas muitos falantes a adaptam para algo mais simples.

Marcas brasileiras com nomes em inglês também confundem

Mesmo as marcas brasileiras podem gerar dúvidas quando seus nomes não seguem as regras da língua portuguesa.

O banco digital Nubank, por exemplo, teve mais de 4 mil buscas sobre a pronúncia correta.

Apesar de ser uma empresa brasileira, o nome em inglês reflete as origens internacionais de seus fundadores, o que pode dificultar para alguns brasileiros.

Marcas francesas são ainda mais desafiadoras

Se marcas em inglês já geram dúvidas, os nomes franceses aumentam ainda mais a confusão. Empresas de moda e cosméticos, como Louis Vuitton, Yves Saint Laurent e Sephora, também foram alvo de milhares de pesquisas no Brasil.

A Sephora, por exemplo, foi pesquisada mais de 25 mil vezes, com muitos brasileiros pronunciando “séfora”, quando a pronúncia original é “séforá”.

Metodologia 

A Preply realizou a pesquisa analisando milhões de buscas relacionadas a termos como “pronúncia de”, “como se diz” e “como se fala”, cobrindo os últimos 12 meses.

A partir dessa análise, a plataforma identificou as marcas que mais geram dúvidas no Brasil e criou um ranking com base nas tendências de busca dos internautas.

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