CartaExpressa
Por que o TSE mandou realizar eleição indireta para prefeito em município do Ceará
A Corte tomou a decisão por unanimidade na sessão desta quinta-feira 12
O Tribunal Superior Eleitoral determinou nesta quinta-feira 12, por unanimidade, a realização imediata de eleição indireta em Pacujá, no Ceará.
A decisão decorre da cassação do prefeito Raimundo Rodrigues de Sousa Filho e do vice-prefeito José Silva de Abreu. Ambos foram condenados por abuso de poder econômico e compra de votos no pleito de 2020.
Conforme a decisão do TSE, caberá à Câmara Municipal escolher o novo prefeito, já que o atual ocupante deixa o cargo a menos de seis meses do fim de seu mandato. O “ungido” pelos vereadores comandará a cidade até 31 de dezembro.
Em outubro, os eleitores definirão o prefeito e o vice para o período entre 2025 e 2028.
Além do atual prefeito e de seu vice, a cassação atingiu os vereadores Francisco Antônio de Oliveira Júnior, Lincélica Maria Ribeiro, Washington Luís Alcântara, Braz Rodrigues Alves, Eraldo Rodrigues Aguiar e Elza Rodrigues de Sales, por abuso de poder econômico e compra de votos.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Quaest: Fortaleza tem empate quádruplo entre União, PL, PT e PDT; veja os números
Por CartaCapital
Quaest: João Campos mantém favoritismo em Recife e registra 76% das intenções de voto
Por CartaCapital
Quaest: Tramonte lidera em BH, mas Fuad cresce 11 pontos e corta diferença
Por CartaCapital
Quaest: Paes vai a 64% e lidera com folga no Rio de Janeiro
Por CartaCapital



