Política

Quem é a principal cotada para assumir interinamente o Ministério dos Direitos Humanos

Rita atualmente é secretária executiva do ministério, cargo que é o segundo mais importante da pasta

Quem é a principal cotada para assumir interinamente o Ministério dos Direitos Humanos
Quem é a principal cotada para assumir interinamente o Ministério dos Direitos Humanos
Rita Cristina de Oliveira, secretária executiva do Ministério dos Direitos Humanos. Foto: MDH/Reprodução
Apoie Siga-nos no

A jurista Rita Cristina de Oliveira é a principal cotada para assumir, de forma interina, o ministério dos Direitos Humanos após a demissão de Silvio Almeida. O agora ex-ministro foi demitido nesta sexta-feira 6 em meio a acusações de assédio sexual.

Rita atualmente é secretária executiva do ministério, cargo que é o segundo mais importante da pasta, ficando abaixo apenas do ministro.

Rita nasceu em Osasco (SP), mas foi criada no Rio de Janeiro. Ela é graduada em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) e também é especialista em Direito Público pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP).

Ela, que é defensora pública federal, atuou como coordenadora do Grupo de Trabalho de Políticas Etnorraciais da Defensoria Pública da União.

Antes de ingressar no serviço público, Rita atuou na advocacia privada, também foi docente de orientação da prática jurídica e ainda orientadora de prática jurídica na Vara da Infância e Juventude, atendendo adolescentes em situação de internação ou semi-internação.

Quando foi nomeada ao ministério em 2023, defendeu que a pasta deveria priorizar o combate ao racismo estrutural. “Além disso, queremos resgatar a aproximação do Estado brasileiro com os organismos internacionais, com as agendas internacionais voltadas aos Direitos Humanos, assim como a defesa da democracia, que é algo inegociável”, destacou na época.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo