Política

Em novo vídeo, Tabata liga Pablo Marçal e aliados ao PCC; assista

Na peça, a candidata à prefeitura de São Paulo sustenta que o rival mantém ligação com líderes da facção e investigados pelo abastecimento de drogas

Em novo vídeo, Tabata liga Pablo Marçal e aliados ao PCC; assista
Em novo vídeo, Tabata liga Pablo Marçal e aliados ao PCC; assista
Tabata Amaral acusa Pablo Marçal de estar ligado a investigados por tráfico de drogas e líderes do PCC. Foto: Reprodução/X
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A deputada federal e candidata a prefeitura em São Paulo, Tabata Amaral (PSB), divulgou nesta quinta-feira 23 um vídeo ligando Pablo Marçal (PRTB) a líderes e pessoas próximas ao PCC. Entre os nomes citados, está o influenciador Renato Cariani, réu por tráfico de drogas.

No vídeo, Tabata menciona notícias sobre o envolvimento de membros do partido de Marçal com o tráfico de drogas e expõe ligações entre figuras próximas do candidato aos líderes do Primeiro Comando Vermelho.

No primeiro trecho, ela destaca a amizade entre Marçal e Cariani, que é investigado como um dos envolvidos no abastecimento de cocaína para a distribuição pela facção criminosa. Na sequência, Tabata cita o ‘maior aliado político’ do coach, Leonardo Avalanche, presidente do PRTB que foi gravado confessando ter auxiliado na soltura de André do Rap e tendo ligação com ‘Piauí’, ambos líderes do PCC.

Marçal, por sua vez, foi fotografado com ‘Valquito’, irmão de Piauí. Outra conexão do candidato exposta é ‘Escobar’, parceiro de negócios de Júlio César Pereira, ambos investigados pela troca de carros de luxo por cocaína.

“Tem uma figura que liga todos esses elementos, e tem uma coisa que todos eles fazem. Eu não vou permitir que a nossa cidade (São Paulo) caia na mão dessa gente”, destaca Tabata Amaral ao final do vídeo, sem citar Pablo Marçal, mas exibindo sua foto.

Assista ao vídeo:

A ofensiva contra Marçal vem um dia após a nova pesquisa DataFolha indicar o avanço do candidato com 21% das intenções de voto, um empate técnico com os líderes nas pesquisas, Guilherme Boulos (PSOL), com 23%, e Ricardo Nunes com 19%. A margem de erro estimada para a pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou menos.

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