Política

MP pede à Justiça Eleitoral novo inquérito na PF contra Marçal por calúnia a Boulos

O promotor eleitoral recomendou ainda que o Tribunal Eleitoral aplique multa contra o candidato do PRTB

MP pede à Justiça Eleitoral novo inquérito na PF contra Marçal por calúnia a Boulos
MP pede à Justiça Eleitoral novo inquérito na PF contra Marçal por calúnia a Boulos
Boulos x Marçal. Fotos: Reprodução
Apoie Siga-nos no

O Ministério Público Eleitoral pediu, nesta quinta-feira 22, que a Justiça Eleitoral determine um novo inquérito da Polícia Federal contra o candidatado PRTB a prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal.

A nova decisão do MP é por causa das reiteradas insinuações, sem provas, de que o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, seria usuário de drogas.

“Identifica-se reiteração criminosa, razão pela qual requeiro seja encaminhada cópia integral da presente representação à Polícia Federal, para instauração de novo inquérito policial”, diz o documento.

O promotor eleitoral da 2ª Zona Eleitoral de São Paulo, Nelson dos Santos Pereira Júnior, recomendou ainda que o Tribunal Eleitoral aplique multa contra Marçal.

“Parece que o representado não se importou com decisões judiciais referidas, e insiste em atacar a honra do representante e, inclusive, fazendo zombaria dos demais candidatos com apelidos jocosos”, afirma o promotor eleitoral.

Na segunda-feira 19, a Justiça Eleitoral já acatou o primeiro pedido do MP Eleitoral e determinou um inquérito da PF contra Marçal por calúnia a Boulos.

Durante os dois debates – um pela Band e o outro pelo jornal O Estado de S. Paulo – Marçal insinuou que Boulos seria usuário de drogas. A acusação também tem sido repetidamente feita em postagens do coach nas redes sociais.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo