Escuridão orçamentária do Congresso de novo na mira do STF

No ‘Poder em Pauta’ da semana, André Barrocal entrevista Guilherme France, da Transparência Internacional Brasil e Neuriberg Dias, do Diap

Duas liminares recentes do ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), tentam acabar de vez com o “orçamento secreto” e suas variações. Em dezembro de 2022, a corte havia julgado que o secretismo é inconstitucional e determinado sua extinção, mas o Congresso arranjou novas formas de inserir gastos pouco transparentes no orçamento federal. Foi contra essa “malandragem” que Dino baixou uma série de regras sobre alguns tipos de emendas parlamentares, como as “de comissão” e as conhecidas como “pix”. Sobre as emendas “pix”, aliás, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, acaba de entrar com uma ação no STF para abolir a existência delas. Será que enfim o secretismo orçamentário vai desaparecer? Essas liminares influenciarão as eleições para presidente da Câmara e do Senado em fevereiro de 2025? Sobre esses assuntos, o repórter André Barrocal entrevista Guilherme France, Gerente do Centro de Conhecimento Anticorrupção da Transparência Internacional Brasil, e Neuriberg Dias, Analista Político e Diretor de Documentação do Diap.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

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