Do Micro Ao Macro
Coworking: o que você precisa saber sobre o modelo de trabalho
Especialista explica como o coworking está transformando o ambiente de trabalho moderno
As formas de trabalho mudaram significativamente após a pandemia de covid-19. Muitas empresas adotaram o home office, vendendo seus escritórios físicos ou desistindo de espaços próprios devido à redução de equipes.
Com o advento do sistema híbrido, manter um escritório vazio parte do tempo tornou-se inviável, popularizando os coworkings.
O coworking cresceu no mundo pós-pandêmico, adaptando-se ao modelo híbrido de trabalho e permitindo a rotatividade de times.
Segundo o relatório “Flex Space 2020” da JLL, espera-se que os espaços flexíveis representem 30% do mercado de escritórios até 2030.
O que é coworking?
Coworking é um modelo onde profissionais de diversas áreas compartilham um escritório.
Empresas trabalham em ambientes compartilhados, com infraestrutura de ponta, sem os custos e responsabilidades de um espaço próprio.
De acordo com o Censo Coworking Brasil 2023, estudo produzido pela rede de escritórios Woba, o número de coworkings aumentou 63% entre 2019 e 2023, totalizando mais de 2.400 espaços no Brasil.
Benefícios
Kleyton Vieira, Head de Workspaces da Be In, destaca que “o coworking é uma solução para pequenas empresas e organizações híbridas. Ele traz vantagens como custo-benefício, sendo mais barato de manter que um escritório avulso, e flexibilidade, com planos de adesão adaptáveis”, afirmou.
Networking
Esses ambientes oferecem workshops, eventos e palestras, sendo perfeitos para networking e novos negócios.
Este método cria uma alternativa flexível para escritórios tradicionais, ideal para freelancers, startups e empresas medianas.
“Conseguimos observar que o modelo de negócio pode agregar valor de diversas maneiras, sendo um ambiente estável com a qualidade e suporte necessários para atender demandas profissionais”, comentou Vieira.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



