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Câmara rejeita taxar armas com o ‘imposto do pecado’ na reforma tributária
A proposta do PSOL recebeu 316 votos contrários e 155 favoráveis
A Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira 10 uma proposta para incluir armas e munições na lista de produtos sobre os quais incidirá o Imposto Seletivo, conhecido como “imposto do pecado”, com uma taxação superior à alíquota de referência da reforma tributária.
O tema entrou em pauta na forma de um destaque, após a Casa aprovar o texto-base do projeto de regulamentação da reforma.
O Imposto Seletivo se aplicará, a partir de 2027, sobre a produção, a extração, a comercialização ou a importação de produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
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