Diversidade
Congresso recebe projeção com as cores das bandeiras dos movimentos LGBTQIA+ e Trans
A projeção ocorre nesta sexta-feira 17, Dia Internacional de Combate à LGBTfobia
O Congresso recebe nesta sexta-feira 17, das 19h às 21h, projeção das cores da bandeira do movimento LGBTQIAPN+ (vermelha, laranja, amarela, verde, azul e roxa) e da bandeira do movimento Trans (rosa, branca e azul). A projeção ocorre no Dia Internacional de Combate à LGBTfobia.
A data — 17 de maio — foi escolhida por coincidir com o dia que, em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) excluiu a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID).
O objetivo das ações em torno da data é combater o preconceito e a discriminação contra pessoas LGBTQIAPN+ e conscientizar sobre o respeito às diferentes orientações sexuais e identidades de gênero.
O Brasil não produz levantamentos oficiais sobre a violência contra pessoas LGBTQIAPN+, mas, de acordo com o relatório da ONG Grupo Gay da Bahia (GGB), o País lidera o ranking de mortes violentas nesta área em todo o mundo e revela que a expectativa de vida de pessoas trans no Brasil é de somente 35 anos.
Por decisão do STF, desde 2019, a LGBTfobia é considerada crime equiparado ao racismo, sendo inafiançável e imprescritível.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Violência e assédio contra pessoas LGBTQ atingem ‘novo pico’ na Europa
Por AFP
Violência contra pessoas LGBTQIA+ em SP cresce 970% em oito anos
Por Agência Brasil
Pastora Ana Paula Valadão e canal de TV são condenados por discurso de ódio contra LGBTs
Por CartaCapital
Governo Tarcísio cede à pressão bolsonarista e revoga consulta pública sobre saúde LGBT
Por CartaCapital
Liberdade religiosa não é salvo-conduto para a recusa a clientes LGBT
Por Caio César



