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Brasileira Patricia Lélis é acusada de fraude nos EUA; FBI pede informações sobre paradeiro

Segundo o órgão, a mulher é acusada de se fazer passar por advogada de imigração para fraudar clientes

Brasileira Patricia Lélis é acusada de fraude nos EUA; FBI pede informações sobre paradeiro
Brasileira Patricia Lélis é acusada de fraude nos EUA; FBI pede informações sobre paradeiro
Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
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A Justiça Federal dos Estados Unidos formalizou uma acusação de fraude contra a brasileira Patrícia Lélis, em um caso envolvendo suposto esquema de 700 mil dólares.

Segundo o FBI, a jornalista é acusada de se fazer passar por advogada de imigração para fraudar clientes. 

O órgão divulgou uma nota na qual sustenta que Lélis teria se apresentado como advogada para ajudar clientes estrangeiros a obter vistos E-2 e EB-5 para os Estados Unidos. O programa EB-5 proporciona residência permanente legal e possivelmente cidadania, caso um cidadão estrangeiro faça um determinado tipo de investimento.

Conforme a acusação, uma vítima teria feito dois pagamentos iniciais de mais de 135 mil dólares, com base em uma suposta declaração de Lélis de que o dinheiro se destinaria a um projeto de desenvolvimento imobiliário no Texas.

“Em vez disso, o dinheiro da vítima teria ido para a conta bancária pessoal de Lélis. Em vez de investir o dinheiro conforme prometido, Lelis supostamente o usou para pagar a entrada de sua casa em Arlington, reformas de banheiros e outras despesas pessoais, como dívidas de cartão de crédito”, diz o FBI.

Patricia Lélis foi acusada de fraude eletrônica, transações ilegais e roubo de identidade agravado.

Ela corre o risco de ser condenada a uma pena máxima de 20 anos de prisão por envolvimento em fraude eletrônica, até 10 anos se for considerada culpada por transações monetárias ilegais e um mínimo de dois anos adicionais de prisão por roubo de identidade agravado.

Patrícia Lélis é considerada foragida pela polícia norte-americana, que fez apelos públicos por informações sobre seu paradeiro. 

Pelas redes sociais, a brasileira argumentou que o FBI conhece sua localização e se definiu como uma “exilada política”.

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