Sociedade
Madeireiras são denunciadas pelo MPF do Pará
Três empresas apontadas no processo haviam sido denunciadas por casal de extrativistas morto em 2011
Quase um ano após a morte do casal de extrativistas Zé Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, assassinados em uma emboscada no assentamento Praia Alta Piranheira, em Nova Ipixuna, no Pará, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça em Marabá empresas que exploravam ilegalmente os recursos florestais do assentamento.
As empresas Tedesco Madeiras, Madeireira Eunápolis e Madeireira Bom Futuro estavam sendo investigadas pela Polícia Federal desde 2008.
No caso, também foram denunciadas seis pessoas, inclusive assentados que favoreciam a retirada ilegal da madeira e os donos das empresas acima.
Durante as investigações da PF, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) realizou quatro operações de fiscalização no assentamento e identificou o comércio ilegal de madeira, como castanheiras.
As empresas denunciadas pelo MPF já havia sido pegas anteriormente em infrações, a Tedesco Madeiras foi autuada 16 vezes e interditada em 2009 pelo Ibama.
Os assentados Antônio Souza, Edimundo dos Santos Neres e Francisco Genuário Silva também foram denunciados por terem serrado e vendido madeira para empresas.
Enquanto isso, a irmã de Maria do Espírito Santo, Laisa Sampaio, que recebeu um prêmio da ONU em homenagem ao casal de extrativistas morto, continua sofrendo ameaças na região. Segundo o MPF, o órgão já pediu proteção a ela para as autoridades estaduais e federais.
Quase um ano após a morte do casal de extrativistas Zé Cláudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, assassinados em uma emboscada no assentamento Praia Alta Piranheira, em Nova Ipixuna, no Pará, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça em Marabá empresas que exploravam ilegalmente os recursos florestais do assentamento.
As empresas Tedesco Madeiras, Madeireira Eunápolis e Madeireira Bom Futuro estavam sendo investigadas pela Polícia Federal desde 2008.
No caso, também foram denunciadas seis pessoas, inclusive assentados que favoreciam a retirada ilegal da madeira e os donos das empresas acima.
Durante as investigações da PF, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) realizou quatro operações de fiscalização no assentamento e identificou o comércio ilegal de madeira, como castanheiras.
As empresas denunciadas pelo MPF já havia sido pegas anteriormente em infrações, a Tedesco Madeiras foi autuada 16 vezes e interditada em 2009 pelo Ibama.
Os assentados Antônio Souza, Edimundo dos Santos Neres e Francisco Genuário Silva também foram denunciados por terem serrado e vendido madeira para empresas.
Enquanto isso, a irmã de Maria do Espírito Santo, Laisa Sampaio, que recebeu um prêmio da ONU em homenagem ao casal de extrativistas morto, continua sofrendo ameaças na região. Segundo o MPF, o órgão já pediu proteção a ela para as autoridades estaduais e federais.
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