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Quem são as pessoas que seguem presas após protesto contra privatização da Sabesp

Na última quinta-feira 7, Justiça de SP manteve prisões de trabalhadores que foram detidos durante sessão na Assembleia Legislativa de São Paulo

Quem são as pessoas que seguem presas após protesto contra privatização da Sabesp
Quem são as pessoas que seguem presas após protesto contra privatização da Sabesp
Vigília em protesto pela libertação de presos que protestaram contra a privatização da Sabesp. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
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A votação do projeto de lei que dá início à privatização da Sabesp, na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na última quarta-feira 6, foi marcada por protestos e violência policial para conter a manifestação. Ao final do confronto, quatro pessoas foram presas.

Em audiência de custódia realizada na última quinta-feira 7, a Justiça de São Paulo decidiu manter dois dos manifestantes presos. Segundo a decisão judicial, as prisões em flagrante foram convertidas em preventiva. Os outros dois, no entanto, obtiveram liberdade provisória.

Um dos presos preventivamente é Hendryll Luiz Rodrigues de Brito Silva. Ele é estudante da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e integrante do Movimento Correnteza. 

Já o segundo manifestante que segue preso é Lucas Borges Carvente, professor e integrante do Movimento Luta de Classes (MCL).

Logo após as prisões, os movimentos organizaram protestos em frente ao 27° Distrito Policial, em São Paulo (SP). Nas redes sociais, o MCL chamou as prisões de “ato de perseguição contra lutadores e movimentos sociais de São Paulo”. 

A liberdade provisória, por outro lado, foi concedida para Vivian Mendes da Silva, da organização Unidade Popular (UP), e a Ricardo Senese, também do MCL. A Justiça determinou que ambos pagassem um salário mínimo referente à fiança. 

Além disso, medidas cautelares foram impostas aos dois, a exemplo do comparecimento mensal à Justiça e da proibição de se ausentar da cidade por mais de oito dias sem comunicar previamente ao juízo.

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