Mundo

Papa Francisco tem dificuldades para respirar durante audiência semanal

O pontífice cancelou a viagem à reunião de cúpula anual do clima, a COP28, que acontecerá em Dubai a partir de quinta-feira

Papa Francisco tem dificuldades para respirar durante audiência semanal
Papa Francisco tem dificuldades para respirar durante audiência semanal
Papa Francisco. Foto: Alberto PIZZOLI / AFP
Apoie Siga-nos no

O papa Francisco presidiu a audiência semanal nesta quarta-feira 29, apesar da gripe que o obrigou a cancelar a viagem para a COP28 de Dubai, e pediu para um auxiliar ler o texto em seu lugar durante a cerimônia.

O pontífice argentino, de 86 anos, parecia cansado e com dificuldades para respirar durante a audiência no Vaticano. “Com esta gripe, ainda não estou bem”, declarou aos fiéis.

Com um quadro gripal desde o fim de semana e seguindo o conselho dos médicos, Francisco cancelou na terça-feira a viagem à reunião de cúpula anual do clima, a COP28, que acontecerá em Dubai a partir de quinta-feira.

O pontífice, que na juventude foi submetido a uma ablação parcial do pulmão, deveria discursar no sábado na COP28. Ele ficaria nos Emirados Árabes Unidos de sexta-feira a domingo.

No final da audiência desta quarta-feira, Francisco pediu o fim das guerras de Gaza e da Ucrânia, com uma voz muito frágil. Alguns minutos depois, no entanto, pareceu mais animado ao assistir uma apresentação circense com acrobatas.

Francisco, que nos últimos anos sofreu vários problemas de saúde e em junho foi submetido a uma cirurgia no intestino, cancelou as audiências de sábado passado devido ao que o Vaticano chamou de “leve estado gripal”.

O pontífice passou por uma tomografia que “descartou o risco de complicações pulmonares”. O Vaticano informou que Francisco estava recebendo antibióticos por via intravenosa.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo