Esporte
Brasil oficializa a intenção de sediar a Copa de Futebol Feminino de 2027
Documento foi assinado pelo presidente Lula e pelo ministro do Esporte, André Fufuca
O Governo Federal entregou, neste sábado 4, à CBF e à Fifa a Declaração Governamental que oficializa a intenção do Brasil de sediar a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027.
O documento foi assinado pelo presidente Lula e pelo ministro do Esporte, André Fufuca. Acompanham a declaração sete garantias governamentais exigidas pela Fifa para os países que se candidatam a receber o Mundial.
Os documentos foram entregues pelo ministro André Fufuca diretamente aos presidentes da CBF, Ednaldo Rodrigues, e da Fifa, Gianni Infantino, no Rio de Janeiro.
As garantias para a Copa Feminina, assinadas por diversos ministérios, abrangem as seguintes áreas:
- Procedimentos de Vistos, Licenças, Imigração e Check-in;
- Permissões de Trabalho e Lei Trabalhista;
- Isenções Fiscais e Compromissos Cambiais;
- Segurança e Proteção;
- Proteção e Exploração dos Direitos de Competição;
- Tecnologia da Informação; e
- Renúncia, Indenização e outras Questões Legais.
Os documentos entregues à CBF e à Fifa são fruto de um Grupo de Trabalho Interministerial, coordenado pelo Ministério do Esporte, e composto por 23 ministérios.
A CBF participou do GT na qualidade de convidada permanente. A expectativa é que a Fifa anuncie o país que irá sediar a Copa em maio de 2024.
A escolha entre os quatro finalistas acontecerá em maio de 2024, durante o congresso anual da Fifa. O Brasil concorre com três grupos de países, um da África do Sul, outro da União das Federações Europeias de Futebol, formado por Alemanha, Bélgica e Holanda.
O terceiro concorrente é o candidato da Confederation of North, Central America and Caribbean Association Football (Concaf), representado por México e Estados Unidos.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



