Cultura
O belo e o sublime
Michelangelo Buonarroti (1475-1564) julgava mais importante ter um compasso no olhar do que nas mãos. Estas produzem a obra, quem a julga é o olho
Michelangelo Buonarroti (1475-1564) julgava mais importante ter um compasso no olhar do que nas mãos. Estas produzem a obra, quem a julga é o olho. Independentemente de sua genialidade, o escultor, pintor e poeta encarregado pelo papa Julio II de pintar o teto da Capela Sistina fez uso de instrumentos vários. São Paulo recebe 200 obras de arte sacra e objetos históricos, muitos dos quais nunca deixaram o Vaticano. Entre elas, o compasso que pertenceu a Michelangelo.
Curador da exposição Esplendores do Vaticano – Uma jornada através da fé e da arte, monsenhor Roberto Zagnoli, que dirigiu por 15 anos o Departamento de Etnologia dos Museus do Vaticano, ressalta a importância da mostra: “A beleza que aqui se exibe representa uma realidade que vai além do Vaticano”.
As peças ocupam 11 galerias, a começar por objetos que ilustram a evolução da Igreja de São Pedro até Bento XVI. No segundo andar, uma projeção transforma a Oca na Capela Sistina.
Na seção dedicada a Michelangelo encontra-se uma reprodução da Pietà, um dos grandes ícones da Igreja Católica, e cópias de andaimes usados pelo artista. Cerca de 20% das obras expostas são réplicas, o que na visão do curador não tira o brilho da mostra. “As peças reproduzem os detalhes das originais à perfeição. A réplica é uma intenção psicológica.” Entre os destaques, Retrato de Cristo com a Coroa de Espinhos, de Giovanni Francesco Barbieri (1591-1666), conhecido como Guercino, anjos da oficina de Gian Lorenzo Bernini e o primeiro mapa geográfico da Austrália.
Esplendores do Vaticano – Uma jornada através da fé e da arte
OCA – Parque do Ibirapuera, São Paulo
De 21/9 a 23/12
Ingressos: 44 reais (inteira), 22 reais (meia)
Michelangelo Buonarroti (1475-1564) julgava mais importante ter um compasso no olhar do que nas mãos. Estas produzem a obra, quem a julga é o olho. Independentemente de sua genialidade, o escultor, pintor e poeta encarregado pelo papa Julio II de pintar o teto da Capela Sistina fez uso de instrumentos vários. São Paulo recebe 200 obras de arte sacra e objetos históricos, muitos dos quais nunca deixaram o Vaticano. Entre elas, o compasso que pertenceu a Michelangelo.
Curador da exposição Esplendores do Vaticano – Uma jornada através da fé e da arte, monsenhor Roberto Zagnoli, que dirigiu por 15 anos o Departamento de Etnologia dos Museus do Vaticano, ressalta a importância da mostra: “A beleza que aqui se exibe representa uma realidade que vai além do Vaticano”.
As peças ocupam 11 galerias, a começar por objetos que ilustram a evolução da Igreja de São Pedro até Bento XVI. No segundo andar, uma projeção transforma a Oca na Capela Sistina.
Na seção dedicada a Michelangelo encontra-se uma reprodução da Pietà, um dos grandes ícones da Igreja Católica, e cópias de andaimes usados pelo artista. Cerca de 20% das obras expostas são réplicas, o que na visão do curador não tira o brilho da mostra. “As peças reproduzem os detalhes das originais à perfeição. A réplica é uma intenção psicológica.” Entre os destaques, Retrato de Cristo com a Coroa de Espinhos, de Giovanni Francesco Barbieri (1591-1666), conhecido como Guercino, anjos da oficina de Gian Lorenzo Bernini e o primeiro mapa geográfico da Austrália.
Esplendores do Vaticano – Uma jornada através da fé e da arte
OCA – Parque do Ibirapuera, São Paulo
De 21/9 a 23/12
Ingressos: 44 reais (inteira), 22 reais (meia)
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



