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Biden pede pacote bilionário ao Congresso e quer mandar US$ 14 bilhões para Israel; veja os detalhes

Em discurso à nação, o presidente dos EUA afirmou que seu país ‘ainda é um farol para o mundo’

Biden pede pacote bilionário ao Congresso e quer mandar US$ 14 bilhões para Israel; veja os detalhes
Biden pede pacote bilionário ao Congresso e quer mandar US$ 14 bilhões para Israel; veja os detalhes
O presidente dos EUA, Joe Biden, em discurso à nação em 19 de outubro de 2023. Foto: Jonathan Ernst/Pool/AFP
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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu ao Congresso um aumento orçamentário de mais de 105 bilhões de dólares, o equivalente a cerca de 530,6 bilhões de reais, para ajudar Israel  e Ucrânia e para enfrentar a crise migratória na fronteira com México.

Segundo anúncio da Casa Branca, o montante se divide da seguinte forma:

  • 61,4 bilhões para manter o apoio à Ucrânia, dos quais 30 bilhões seriam gastos em armas;
  • 14,3 bilhões para Israel, sendo 10,6 bilhões para armamento;
  • pouco mais de 9 bilhões para resposta às crises humanitárias internacionais, inclusive a de Gaza;
  • 13,6 bilhões para despesas diversas relacionadas ao combate à crise migratória na fronteira com o México e ao tráfico de fentanil; e
  • 7,4 bilhões em financiamento para Taiwan e a região Indo-Pacífico.

Em discurso à nação na quinta-feira 19, Biden adiantou que pediria ao Congresso que financie “urgentemente” um novo auxílio a Israel e Ucrânia.

Segundo ele, o novo pacote bilionário “trará dividendos para a segurança dos Estados Unidos por gerações” e “ajudará a construir um mundo mais seguro, mais pacífico e mais próspero para nossos filhos e netos”.

“A liderança dos Estados Unidos é o que mantém o mundo unido. As alianças americanas são o que nos mantêm seguros. Os valores americanos são o que nos tornam um aliado com o qual outras nações querem trabalhar”, prosseguiu. “Os Estados Unidos ainda são um farol para o mundo. Ainda. Ainda.”

Os republicanos, adversários de Biden, têm dúvidas sobre a conveniência de incrementar a ajuda militar à Ucrânia, mas são os primeiros a exigir um apoio maciço a Israel e mais firmeza em relação à imigração e à China.

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