O que esperar do programa do governo Lula para combater o crime organizado
Thais Reis Oliveira e Leonardo Miazzo recebem Renato Sérgio de Lima, presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
O governo Lula lançou nesta segunda-feira 2 um programa de combate a organizações criminosas. A divulgação ocorre em meio a uma onda de violência na Bahia – em setembro, pelo menos 68 pessoas morreram durante confrontos com a polícia. Diante da crise na Bahia e de episódios recentes em São Paulo, no Rio e em outros estados, também voltou à tona uma discussão sobre o desmembramento do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, hoje comandado por Flávio Dino. Separar as duas áreas poderia trazer benefícios ao País? De que forma o campo democrático pode enfrentar os obstáculos da segurança pública e oferecer um contraponto à extrema-direita? E por que medidas como o uso de câmeras por policiais gera tanta resistência no bolsonarismo?
Para refletir sobre esses e outros temas, a editora-executiva Thais Reis Oliveira e o editor Leonardo Miazzo recebem Renato Sérgio de Lima, professor da FGV e presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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