CartaExpressa
Justiça determina a prisão preventiva de PM que matou funcionário a serviço da CET
O policial Hartur de Ciccofoi foi preso em flagrante, indiciado por homicídio e passou por audiência de custódia nesta sexta-feira 14
A Justiça de São Paulo converteu em preventiva a prisão do policial militar acusado de matar um prestador de serviços da Companhia de Engenharia de Tráfego, na quinta-feira 13, na zona norte da capital paulista.
O PM Hartur Bruno de Cicco foi preso em flagrante, indiciado por homicídio e passou por audiência de custódia nesta sexta 14.
A vítima, Alberes Fernandes de Lima, de 35 anos, trabalhava para o consórcio Moove-SP, responsável pelas ciclofaixas de lazer na capital, fixando materiais de comunicação visual da CET em postes.
Segundo testemunhas, o homem estava em cima de uma escada, amarrando uma faixa de sinalização na Avenida General Pedro Leon Scshneider, em Santana, quando o material escapou de sua mão e atingiu a moto em que estavam o PM de folga e um amigo. Houve uma discussão e, durante a confusão, o agente puxou a arma e disparou contra o trabalhador, que chegou a ser socorrido, mas morreu a caminho do hospital.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que o policial interveio após a vítima supostamente fazer menção de estar armada. O caso é investigado por meio de inquérito policial instaurado pelo 13°DP (Casa Verde).
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Justiça de São Paulo decreta a falência da Shefa
Por CartaCapital
Justiça do DF censura trecho de reportagem da revista piauí
Por CartaCapital
Justiça condena Saul Klein a pagar 30 milhões por aliciar mulheres e explorá-las sexualmente
Por CartaCapital



