‘Fantasmas’ assombram protagonistas da Lava Jato
André Barrocal entrevista Fabio Sá e Silva, professor de Estudos Brasileiros da Universidade de Oklahoma
A situação está braba para os protagonistas da Operação Lava Jato. O ex-procurador Deltan Dallagnol teve o mandato de deputado cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destino que parece à espera do senador Sérgio Moro. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) investiga a 13a Vara Federal de Curitiba, aquela antiga de Moro, por causa do afastamento do juiz que hoje em dia comanda a jurisdição, Eduardo Appio. O afastamento tinha sido uma ordem do Tribunal Regional Federal da 4a Região. O TRF4, como se sabe graças às conversas secretas entre os procuradores da força-tarefa reveladas na Vaza Jato e na Operação Spoofing, era linha auxiliar de Moro. No dia 19, o advogado Rodrigo Tacla Duran, ex-colaborador da Odebrecht, deve falar na Câmara dos Deputados sobre acusações antigas a Moro e a lavajatisas. Quem logo poderá falar aos deputados sobre acusações a Moro e cia. é o empresário Tony Garcia, que hoje se diz um “agente infiltrado” na Lava Jato no passado. O que restará da operação? Haverá de fato punição dos abusos por ela cometidos? Sobre esses assuntos, o repórter André Barrocal entrevista AO VIVO o acadêmico Fabio Sá e Silva, professor de Estudos Brasileiros da Universidade de Oklahoma, nos EUA.
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