Mundo

Corpo encontrado na Nova Zelândia é de estudante brasileiro, diz Itamaraty

João Felipe Martins de Melo, de 17 anos, estava desaparecido desde o início do mês

Apoie Siga-nos no

O Ministério das Relações Exteriores confirmou nesta segunda-feira 20 que o corpo encontrado no domingo 19, na Nova Zelândia, é do estudante brasileiro João Felipe Martins de Melo, de 17 anos. O estudante desapareceu há 13 dias com um colega e o instrutor de escalada no Parque de Paritutu, na cidade de New Plymouth. O brasileiro e os neozelandeses caíram no mar.

As autoridades da Nova Zelândia informaram oficialmente nesta segunda a Embaixada do Brasil no país que o corpo do estudante foi localizado e identificado. A embaixada presta apoio à família de Melo para o transporte do corpo para o Brasil. Não há por enquanto informações sobre quando o corpo chegará ao país.

O estudante fazia intercâmbio na Nova Zelândia há um ano e a família dele mora no Ceará. Melo e um estudante neozelandês escalavam a Pedra de Paritutu quando caíram, um instrutor que os guiava pulou no mar para tentar salvá-los. As buscas para tentar localizar o estudante neozelandês e o instrutor serão retomadas hoje, segundo as autoridades.

O brasileiro fazia parte de um grupo com 11 estudantes do Spotswood College, uma escola local, e estava acompanhado por dois instrutores. O local escolhido para o passeio é procurado por turistas que apreciam aventuras e paisagens selvagens, mas é considerada uma área perigosa.

O Ministério das Relações Exteriores confirmou nesta segunda-feira 20 que o corpo encontrado no domingo 19, na Nova Zelândia, é do estudante brasileiro João Felipe Martins de Melo, de 17 anos. O estudante desapareceu há 13 dias com um colega e o instrutor de escalada no Parque de Paritutu, na cidade de New Plymouth. O brasileiro e os neozelandeses caíram no mar.

As autoridades da Nova Zelândia informaram oficialmente nesta segunda a Embaixada do Brasil no país que o corpo do estudante foi localizado e identificado. A embaixada presta apoio à família de Melo para o transporte do corpo para o Brasil. Não há por enquanto informações sobre quando o corpo chegará ao país.

O estudante fazia intercâmbio na Nova Zelândia há um ano e a família dele mora no Ceará. Melo e um estudante neozelandês escalavam a Pedra de Paritutu quando caíram, um instrutor que os guiava pulou no mar para tentar salvá-los. As buscas para tentar localizar o estudante neozelandês e o instrutor serão retomadas hoje, segundo as autoridades.

O brasileiro fazia parte de um grupo com 11 estudantes do Spotswood College, uma escola local, e estava acompanhado por dois instrutores. O local escolhido para o passeio é procurado por turistas que apreciam aventuras e paisagens selvagens, mas é considerada uma área perigosa.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo