Mundo
Cepal quer tirar 73 milhões de pessoas da extrema pobreza
A reunião da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) na capital de El Salvador terminou com o compromisso de retirar da extrema pobreza 73 milhões de latino-americanos
SÃO SALVADOR (AFP) – A Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) encerrou nesta sexta-feira 31 as suas sessões em São Salvador com o compromisso dos Estados em trabalhar para retirar da extrema pobreza cerca de 73 milhões de latino-americanos.
“Há (na América Latina) 174 milhões de pobres, dos quais 73 estão na extrema pobreza. Neste momento, vamos começar a tirar da extrema pobreza 73 milhões de latino-americanos”, lançou a secretária da Cepal, Alicia Bárcena, durante o ato de encerramento do fórum.
Para atingir este objetivo, Bárcena afirmou que os países da região devem estabelecer políticas concretas dirigidas a esses cidadãos, antes traçar metas mais ambiciosas no plano social.
“Sessenta anos depois (da criação da Cepal pela ONU em 1948), lançamos agora, de San Salvador, uma ambiciosa proposta, que aplica experiências e aprendizagens passadas aos desafios que a sociedade contemporânea nos impõe”, disse Bárcena.
Ela destacou que os países da região têm agora uma “visão integrada de desenvolvimento” que articula as dimensões econômica, social e ambiental.
O encontro da Cepal abordou também “transformações qualitativas” na estrutura produtiva dos países da região.
“Para diversificar a economia para setores com maior valor agregado e gerar cadeias produtivas, precisamos de um Estado pró-ativo em políticas industriais, que fortaleça as micro, pequenas e médias empresas, que promova um salto em pesquisa e desenvolvimento (…)”, destacou Bárcena.
Nesse sentido, a secretária da Cepal afirmou que “toda a região concorda que a única forma de consolidar a democracia” é “aspirando à igualdade”, em uma população de cerca de 600 milhões de habitantes, entre América Latina e Caribe, onde o desafio é atender os mais pobres.
O próximo período bienal de sessões da Cepal será realizado no Peru em 2014.
Leia mais em AFP Movel.
SÃO SALVADOR (AFP) – A Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) encerrou nesta sexta-feira 31 as suas sessões em São Salvador com o compromisso dos Estados em trabalhar para retirar da extrema pobreza cerca de 73 milhões de latino-americanos.
“Há (na América Latina) 174 milhões de pobres, dos quais 73 estão na extrema pobreza. Neste momento, vamos começar a tirar da extrema pobreza 73 milhões de latino-americanos”, lançou a secretária da Cepal, Alicia Bárcena, durante o ato de encerramento do fórum.
Para atingir este objetivo, Bárcena afirmou que os países da região devem estabelecer políticas concretas dirigidas a esses cidadãos, antes traçar metas mais ambiciosas no plano social.
“Sessenta anos depois (da criação da Cepal pela ONU em 1948), lançamos agora, de San Salvador, uma ambiciosa proposta, que aplica experiências e aprendizagens passadas aos desafios que a sociedade contemporânea nos impõe”, disse Bárcena.
Ela destacou que os países da região têm agora uma “visão integrada de desenvolvimento” que articula as dimensões econômica, social e ambiental.
O encontro da Cepal abordou também “transformações qualitativas” na estrutura produtiva dos países da região.
“Para diversificar a economia para setores com maior valor agregado e gerar cadeias produtivas, precisamos de um Estado pró-ativo em políticas industriais, que fortaleça as micro, pequenas e médias empresas, que promova um salto em pesquisa e desenvolvimento (…)”, destacou Bárcena.
Nesse sentido, a secretária da Cepal afirmou que “toda a região concorda que a única forma de consolidar a democracia” é “aspirando à igualdade”, em uma população de cerca de 600 milhões de habitantes, entre América Latina e Caribe, onde o desafio é atender os mais pobres.
O próximo período bienal de sessões da Cepal será realizado no Peru em 2014.
Leia mais em AFP Movel.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



