Mundo
A rodada de Doha já está ‘morta’, diz presidente chileno
Na Austrália, o presidente Sebastián Piñera afirmou que falta coragem para alguém matar as negociações formalmente
SYDNEY (AFP) – O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou nesta segunda-feira 10 na Austrália que a rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) está “morta”, mas ninguém quer matá-la formalmente.
A rodada de Doha teve início há uma década com o objetivo de liberalizar o comércio mundial, mas foi paralisada por divergências entre os países ricos, que exigem mais acesso aos grandes emergentes, enquanto estes exigem maior abertura para seus produtos agrícolas.
“Penso que um acordo mundial é a melhor forma de integração mundial. Este é o objetivo da OMC e esta era a missão da rodada de Doha”, disse Piñera no Lowy Institute de Política Externa em Sydney.
“Infelizmente, não temos sido capazes de avançar e estamos paralisados por 10 anos no que diz respeito às negociações iniciadas em Doha”, disse.
“Todos sabem que está morta, mas ninguém quer matá-la”, afirmou, antes de elogiar o Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico (Apec).
Mais informações em AFP Móvil
SYDNEY (AFP) – O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou nesta segunda-feira 10 na Austrália que a rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC) está “morta”, mas ninguém quer matá-la formalmente.
A rodada de Doha teve início há uma década com o objetivo de liberalizar o comércio mundial, mas foi paralisada por divergências entre os países ricos, que exigem mais acesso aos grandes emergentes, enquanto estes exigem maior abertura para seus produtos agrícolas.
“Penso que um acordo mundial é a melhor forma de integração mundial. Este é o objetivo da OMC e esta era a missão da rodada de Doha”, disse Piñera no Lowy Institute de Política Externa em Sydney.
“Infelizmente, não temos sido capazes de avançar e estamos paralisados por 10 anos no que diz respeito às negociações iniciadas em Doha”, disse.
“Todos sabem que está morta, mas ninguém quer matá-la”, afirmou, antes de elogiar o Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico (Apec).
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