CartaCapital
Cartas Capitais
Volta agigantada O Brasil não tem política cultural e não é de hoje. Quando tivermos um polo de cinema, como a Argentina, Nigéria, Índia etc., poderemos falar de produção de cinema. Quando tivermos programas ligados à área da cultura, para a formação de bibliotecas, orquestras […]

Volta agigantada
O Brasil não tem política cultural e não é de hoje. Quando tivermos um polo de cinema, como a Argentina, Nigéria, Índia etc., poderemos falar de produção de cinema. Quando tivermos programas ligados à área da cultura, para a formação de bibliotecas, orquestras etc., poderemos falar em cultura. Enquanto o estímulo à leitura não ocorrer, o que se tem é muita conversa fiada.
Ricardo Fernandes
(Enviado via cartas)
Os vilões e o herói
De fato, caro Mino, o jornalismo brasileiro, com raríssimas exceções, dentre as quais essa revista, está decadente. A forma mais caricata desse dito jornalismo é mesmo a tal Jovem Pan e esse tal O Pingo nos Is. Tive a coragem de um dia assistir e me estarrecer com as manobras e manipulações jornalísticas de tristes figuras que tentam subestimar a nossa inteligência com análises medonhas e sabujices bolsonaristas de encantar aqueles tios e tias de WhatsApp saudosistas do ex-capitão.
Paulo Sérgio Cordeiro
(Enviado via cartas)
Parabéns, Mino Carta. Editorial extraordinário, digno de uma mídia livre e independente.
João Henrique dos Santos
(Enviado via cartas)
As cartas de Haddad
Todo esse fervor, essa histeria, tudo medo de a extrema-direita jamais voltar ao poder. Precisam torcer e jogar contra. Não vai adiantar.
Cláudio Ribeiro
(Enviado via Instagram)
Virtudes? É menos ruim do que o Teto de Gastos, mas não deixa de ser um Teto de Gastos que limitará absurdamente o crescimento dos dispêndios. Nos primeiros mandatos de Lula, o crescimento dos gastos foi de 5,2% ao ano, em média. Agora, no melhor dos cenários, vai poder crescer 2,5%.
Matheus Vinícius
(Enviado via Instagram)
A redenção da Cannabis
Médico não é cientista e nunca entenderá o tempo de estudo e análise para obter resultados satisfatórios que farão a diferença para grande parte da população. Cada conquista é uma vitória e uma felicidade em ver o resultado de todo o trabalho com a melhora ou cura dos pacientes.
Clarissa Vasques
(Enviado via Instagram)
Sonhar a nossa história
A edição especial “arrasou”, apesar de alguns articulistas, a meu ver, se mostrarem muito exigentes com o presidente Lula. Fechou com chave de ouro. O texto do professor Sidarta Ribeiro deveria tornar-se uma carta que, nós brasileiros do bem, pudéssemos ter a honra de assinar embaixo.
Thelma M. Teixeira
(Enviado via cartas)
Floretes Afiados
Nós, brasileiros, temos que parar de votar na extrema-direita e fazê-la voltar ao esgoto. O clã Bolsonaro e a sua corja não agregaram nada ao País. Testamos e nos arrependemos.
Paulo César Morais
(Enviado via Instagram)
O bolsonarismo é maior que Bolsonaro, não podemos subestimar este movimento nas eleições menores. Ocuparão o que for possível.
Gabriel Monteiro
(Enviado via Instagram)
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



