Mundo
Britânico assassinado por mulher de Bo Xilai era espião
O empresário Neil Heywood fornecia dados da família Bo ao serviço secreto britânico graças à sua relação com o casal
PEQUIM (AFP) – O empresário britânico assassinado pela esposa do ex-dirigente chinês caído em desgraça, Bo Xilai, informava aos serviços de inteligência de seu país sobre as atividades do casal, segundo o Wall Street Journal.
Neil Heywood fornecia dados coletados graças a sua relação próxima com o casal, afirma o jornal nesta terça-feira 6, citando amigos do empresário, dirigentes e ex-dirigentes britânicos, sem fornecer sua identidade. “Heywood estava fornecendo deliberadamente informação sobre a família Bo ao serviço secreto de inteligência britânico, conhecido como MI6, durante mais de um ano”, indica o jornal.
Depois de se reunir pela primeira vez em 2009 com uma pessoa, que admitiu posteriormente ser um oficial do MI6, Heywood “se encontrou com esta pessoa regularmente na China”, fornecendo “informação sobre assuntos privados do senhor Bo”.
Embora Heywood dirigisse um Jaguar prata com placa “007”, as pessoas que o conheciam afirmam que o empresário tentava não chamar a atenção em meio aos seus compatriotas, acrescenta o jornal.
A esposa de Bo Xilai, Gu Kailai, foi condenada à pena de morte com suspensão condicional – o que equivale à prisão perpétua – em agosto pelo assassinato de Heywood. O Comitê Central do Partido Comunista Chinês (PCC) ratificou no domingo a exclusão de Bo Xilai.
Bo Xilai, de 63 anos, ex-homem forte de Chongqing, uma metrópole de 30 milhões de habitantes do sudoeste da China, detido em um local secreto, está vinculado a um escândalo de crimes e corrupção.
No dia 26 de outubro, Bo Xilai foi excluído da Assembleia Nacional Popular (ANP), controlada pelo PCC, razão pela qual perdeu a imunidade parlamentar. Esta decisão abriu caminho para o julgamento de Bo, cuja data ainda não é conhecida.
Mais informações em AFP Móvil
PEQUIM (AFP) – O empresário britânico assassinado pela esposa do ex-dirigente chinês caído em desgraça, Bo Xilai, informava aos serviços de inteligência de seu país sobre as atividades do casal, segundo o Wall Street Journal.
Neil Heywood fornecia dados coletados graças a sua relação próxima com o casal, afirma o jornal nesta terça-feira 6, citando amigos do empresário, dirigentes e ex-dirigentes britânicos, sem fornecer sua identidade. “Heywood estava fornecendo deliberadamente informação sobre a família Bo ao serviço secreto de inteligência britânico, conhecido como MI6, durante mais de um ano”, indica o jornal.
Depois de se reunir pela primeira vez em 2009 com uma pessoa, que admitiu posteriormente ser um oficial do MI6, Heywood “se encontrou com esta pessoa regularmente na China”, fornecendo “informação sobre assuntos privados do senhor Bo”.
Embora Heywood dirigisse um Jaguar prata com placa “007”, as pessoas que o conheciam afirmam que o empresário tentava não chamar a atenção em meio aos seus compatriotas, acrescenta o jornal.
A esposa de Bo Xilai, Gu Kailai, foi condenada à pena de morte com suspensão condicional – o que equivale à prisão perpétua – em agosto pelo assassinato de Heywood. O Comitê Central do Partido Comunista Chinês (PCC) ratificou no domingo a exclusão de Bo Xilai.
Bo Xilai, de 63 anos, ex-homem forte de Chongqing, uma metrópole de 30 milhões de habitantes do sudoeste da China, detido em um local secreto, está vinculado a um escândalo de crimes e corrupção.
No dia 26 de outubro, Bo Xilai foi excluído da Assembleia Nacional Popular (ANP), controlada pelo PCC, razão pela qual perdeu a imunidade parlamentar. Esta decisão abriu caminho para o julgamento de Bo, cuja data ainda não é conhecida.
Mais informações em AFP Móvil
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.

