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Desemprego na Eurozona bate recorde e chega a 11,4%, em agosto

Índice de desemprego foi arrastado pelo desemprego espanhol, que alcançou 25,1%, segundo a Eurostat

Desemprego na Eurozona bate recorde e chega a 11,4%, em agosto
Desemprego na Eurozona bate recorde e chega a 11,4%, em agosto
Fila de desempregados em agência do governo no centro de Madri. Foto: ©AFP / Dominique Faget
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BRUXELAS (AFP) – O desemprego na Eurozona bateu recorde em agosto, chegando a 11,4%, arrastado pela Espanha, onde o índice foi de 25,1%, anunciou a agência oficial de estatísticas Eurostat. Isso representa 18,196 milhões de pessoas. Em julho, 11,3% da força de trabalho da Zona do Euro estavam desempregados.

Depois da Espanha, a Grécia aparece com a segunda maior taxa de desemprego, de 24,4%, segundo os últimos dados disponíveis do país, de junho. Com o agravamento da crise, o índice atual de desemprego na economia grega pode ser ainda maior. Este é o 16º mês consecutivo no qual o desemprego supera 10% da população ativa no bloco, integrado por 17 países. Entre os países da Zona do Euro, a Áustria tem a menor taxa de desemprego (4,5%). Em seguida aparecem Luxemburgo (5,2%), Holanda (5,3%) e Alemanha (5,5%).

Com informações da AFP. Leia mais em AFP Móvil

BRUXELAS (AFP) – O desemprego na Eurozona bateu recorde em agosto, chegando a 11,4%, arrastado pela Espanha, onde o índice foi de 25,1%, anunciou a agência oficial de estatísticas Eurostat. Isso representa 18,196 milhões de pessoas. Em julho, 11,3% da força de trabalho da Zona do Euro estavam desempregados.

Depois da Espanha, a Grécia aparece com a segunda maior taxa de desemprego, de 24,4%, segundo os últimos dados disponíveis do país, de junho. Com o agravamento da crise, o índice atual de desemprego na economia grega pode ser ainda maior. Este é o 16º mês consecutivo no qual o desemprego supera 10% da população ativa no bloco, integrado por 17 países. Entre os países da Zona do Euro, a Áustria tem a menor taxa de desemprego (4,5%). Em seguida aparecem Luxemburgo (5,2%), Holanda (5,3%) e Alemanha (5,5%).

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