Rússia e Ucrânia: Quem lucra com um ano de guerra?

Conflito no leste europeu completa um ano nesta sexta-feira 24, sem perspectivas para uma resolução rápida

A invasão russa da Ucrânia completa um ano nesta sexta-feira e, ao contrário das previsões iniciais de uma guerra relâmpago, o conflito parece longe do fim. Enquanto países como China e Brasil tentam organizar alguma forma de cessação das hostilidades, as potências ocidentais – Estados Unidos e Europa – seguem enviando armas ao governo de Kiev. Ao mesmo tempo, o presidente russo Vladimir Putin reitera a possibilidade de um conflito nuclear. Saiba mais na análise de Reginaldo Nasser, professor de relações internacionais da PUC-SP.

Cacá Melo

Cacá Melo
Produtor audiovisual em CartaCapital

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.