Economia

Prates indica novos responsáveis pelo preço da gasolina no governo Lula; conheça os escolhidos

Além do próprio presidente da estatal, outros dois diretores atuam diretamente nas decisões sobre os reajustes

Prates indica novos responsáveis pelo preço da gasolina no governo Lula; conheça os escolhidos
Prates indica novos responsáveis pelo preço da gasolina no governo Lula; conheça os escolhidos
Foto: Divulgação
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O presidente da Petrobras, Jean-Paul Prates, definiu os nomes dos dois diretores da estatal que atuam diretamente nas decisões de preços praticados pela empresa. A decisão final foi tomada na véspera do Carnaval, como informa o comunicado divulgado no site da empresa.

Sergio Caetano Leite foi o escolhido para a diretoria financeira da Petrobras. Ele ocupava, até então, o posto de subsecretário de programa do Consórcio do Nordeste. Ao longo da sua trajetória no segmento, também já foi diretor financeiro da consultoria de óleo e gás de Prates, a Expetro, entre 2002 e 2007. Sua indicação foi publicada na sexta-feira 17.

O outro indicado por Prates é Claudio Schlosser, que ocupará o cargo de diretor de Comercialização e Logística. Schlosser é engenheiro químico e bacharel em direito e já havia sido levado para a diretoria executiva de Prates, anunciada no dia 2 de fevereiro. Ele é servidor da Petrobras desde 1987 e já atuou na área de comercialização e logística da empresa. Durante sua carreira na estatal, já ocupou o cargo de vice-presidente da Petrobras America e de gente-executivo de Refino, Petroquímica e Fertilizantes da Petrobras. Também comandou refinarias da empresa como gerente-geral.

Os dois indicados ainda precisam passar pela aprovação do Comitê de Pessoas da Petrobras e do Conselho de Administração. Não há, porém, obstáculos evidentes para que os dois nomes sejam aprovados.

Juntos, os três serão responsáveis por definir os preços praticados pela empresa nos próximos anos. A expectativa é que a nova gestão da estatal consiga reverter o quadro de descontrole de preços registrado na última gestão.

Havia a expectativa, inclusive, que Prates promovesse o fim da política de paridade de preços com o mercado internacional. O executivo, porém, tem sinalizado que pretende encontrar outras soluções. É o caso, por exemplo, de um fundo de estabilização de preços ou da implantação de preços de referência mais regionalizados.

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