Política
PF devolve bola autografada por Neymar que foi furtada durante invasão à Câmara
Durante a invasão bolsonarista, criminosos depredaram e furtaram presentes protocolares expostos na área externa da Congresso Nacional
A Polícia Federal devolveu à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira 9 a bola autografada pelo jogador Neymar que foi furtada da Câmara dos Deputados durante a invasão promovida por bolsonaristas, em 8 de janeiro.
O objeto, que ficava exposto no Salão Verde, foi um presente da delegação de jogadores do Santos Futebol Clube ao deputado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Marco Maia, durante as comemorações do centenário do clube, em abril de 2012. À época, Neymar era o craque do time.
De acordo com a PF, a bola foi encontrada em Sorocaba, no interior paulista, no dia 28 de janeiro. O homem que a entregou à corporação, Nelson Ribeiro Fonseca Junior, de 31 anos, confessou ter furtado o objeto durante os atos golpistas na capital federal. Ele foi liberado após prestar depoimento, mas deve responder por roubo.
Durante a invasão bolsonarista, criminosos depredaram e furtaram presentes protocolares expostos na área externa da Câmara. Um relatório da Casa apontam que 12 itens foram danificados, com possibilidade de restauração; 29 permaneceram íntegros; e três foram destruídos.
Além da bola, outro presente que sumiu foi a pérola do Catar entregue ao então presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PSDB-SP), pelo primeiro-ministro do Estado do Catar, Mohammed bin Abdulrahman Al-Thani, em setembro de 2019.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Lira diz que autonomia do Banco Central ‘não retroagirá’ no Congresso
Por CartaCapital
Bolsa Família: ministro vê indícios de que 2,5 milhões recebem indevidamente o benefício
Por Wendal Carmo


