CartaExpressa
Refinaria recém-privatizada em Manaus tem o gás de cozinha mais caro do País, diz levantamento
Atualmente, o preço do botijão da Ream é 37% superior ao das refinarias da Petrobras, segundo o OSP
A recém-privatizada Refinaria da Amazônia, localizada em Manaus, detém o recorde do gás de cozinha mais caro do País. Hoje, o preço do botijão da Ream é 37,1% superior ao das refinarias da Petrobras, conforme um levantamento do Observatório Social do Petróleo.
Antes de ser entregue à iniciativa privada, diz o estudo do OSP, a refinaria vendia o GLP 0,8%, em média, mais barato que as outras refinarias estatais.
Desde a privatização, no fim de 2022, o preço do gás de cozinha da Ream supera em 10,4% a tabela da Refinaria de Mataripe, na Bahia, também privatizada.
Gerenciada pela Atem, a Ream atende os estados de Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. Ela foi vendida pela Petrobrás por cerca de 1,3 bilhão de reais.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Novo presidente da Petrobras diz que mudança na política de preços é ‘assunto de governo’
Por CartaCapital
A ofensiva de Requião contra Jean Paul Prates, o novo presidente da Petrobras
Por CartaCapital


