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Mais inquietação na África

Rebelião militar toma prédios do governo antes da eleição presidencial. Golpistas prometem devolver o poder após contenção de separatistas separatista do norte do país seja contida

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Uma rebelião militar no Mali tomou os prédios do governo semanas antes da eleição


do sucessor do presidente Amadou Toumani Toure, eleito em 2002 e reeleito em 2007


em pleitos geralmente considerados livres e limpos.

O chanceler do Quênia e outras autoridades estrangeiras ficaram retidos no país com


o fechamento das fronteiras e aeroporto pelo golpe, condenado pela União Africana, União Europeia, Organização da Conferência Islâmica e vários países, inclusive África do Sul, Nigéria, França e EUA.

Uma rebelião de separatistas tuaregues do norte, iniciada em 17 de janeiro, deixou centenas de mortos e quase 200 mil refugiados. Os capitães golpistas, que se queixam de falta de armas e recursos, alegam que o governo civil é incapaz de enfrentar a guerra e prometem devolver o poder “quando o país estiver reunificado e sua integridade não estiver ameaçada”.

Uma rebelião militar no Mali tomou os prédios do governo semanas antes da eleição


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