Política

Marcos Cintra alega ter sido ‘vítima de publicação incompleta’ ao levantar suspeita sobre urnas

Ex-candidato a vice de Soraya Thronicke é alvo de inquérito por ordem do ministro Alexandre de Moraes

Marcos Cintra alega ter sido ‘vítima de publicação incompleta’ ao levantar suspeita sobre urnas
Marcos Cintra alega ter sido ‘vítima de publicação incompleta’ ao levantar suspeita sobre urnas
O economista Marcos Cintra. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O economista Marcos Cintra, filiado ao União Brasil e ex-candidato a vice-presidente na chapa de Soraya Thronicke, declarou ter sido “vítima de uma publicação incompleta” quando divulgou uma postagem nas redes sociais em que manifestava desconfiança sobre o resultado das urnas. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Em uma sequência de publicações no Twitter, no início do mês, Cintra disse que “verificou” por contra própria “dados do TSE” e declarou não ver “explicação” para que Bolsonaro tivesse “zero votos em centenas de urnas”.

Cintra também afirmou que “curiosamente, não há uma única urna em todo o País onde Bolsonaro tenha 100% dos votos” e defendeu o voto em papel.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes, chegou a determinar à Polícia Federal a tomada de depoimento do ex-candidato a vice, para apurar os “fundamentos concretos” da postagem.

À PF, Cintra alegou ter recebido uma informação em mídia digital de que algumas urnas teriam registrado 100% dos votos para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo a Folha.

Cintra declarou, porém, que o conteúdo que visualizou não informava sobre a existência de urnas com registro de votos unânimes também para Bolsonaro e que, por falta de conhecimento, não teve como checar no site do TSE.

O economista está com a conta suspensa no Twitter.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo