CartaExpressa
Eleição no Rio de Janeiro não terá detector de metais; fiscalização de armas e celulares será ‘visual’
Eleitores que notarem o descumprimento de regras devem comunicar fiscais
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro confirmou, nesta quinta-feira 29, que não usará detectores de metais e não pretende revistar a população no domingo 2, dia do primeiro turno das eleições.
“Não há detector de metais nos locais de votação. Esse controle será feito visualmente”, afirmou a jornalistas Rudi Baldi, juiz da vice-presidência da Corregedoria Regional Eleitoral.
Questionado sobre o veto do TSE ao porte de armas nas seções eleitorais, o magistrado respondeu que “se alguém perceber que aquele eleitor violou o perímetro de segurança e adentrou ao local com armamento, basta que comunique a qualquer fiscal, que avisará à polícia e o eleitor será preso em flagrante”.
Em relação ao controle de clubes de tiro e possíveis suspeitos ao redor dos locais de votação, ele avaliou que não seria uma questão ao alcance da Justiça Eleitoral.
“O nosso olhar está sobre o local de votação. O que se dá fora desse perímetro é problema de segurança pública.”
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


