Política

Freixo sobre Molon e Ceciliano: ‘Acho perigoso ter dois candidatos, mas tenho os dois melhores’

O candidato ao governo do Rio reconheceu o risco de ‘prejuízo eleitoral’, mas afirmou que a questão está ‘pacificada’

Freixo sobre Molon e Ceciliano: ‘Acho perigoso ter dois candidatos, mas tenho os dois melhores’
Freixo sobre Molon e Ceciliano: ‘Acho perigoso ter dois candidatos, mas tenho os dois melhores’
Foto: Reprodução
Apoie Siga-nos no

O candidato a governador do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB) disse achar “perigoso” ter dois candidatos ao Senado no Estado, em referência a Alessandro Molon (PSB) e André Ceciliano (PT), mas afirmou que são os “dois melhores candidatos” da eleição.

A declaração ocorreu durante sabatina do portal G1, exibida nesta terça-feira 23. O deputado federal havia sido questionado sobre suposta incapacidade de pacificar a sua própria federação em relação ao lançamento de uma candidatura única a senador.

Segundo Freixo, essa questão está pacificada, porque “a lei permite” que haja dois candidatos ao Senado apoiando o mesmo candidato a governador.

“Eu acho perigoso ter dois candidatos porque a gente pode acabar tendo um prejuízo eleitoral, mas eu tenho os dois melhores candidatos a Senado no Rio de Janeiro. E os dois me apoiam”, declarou Freixo. “Isso é sinal de capacidade de diálogo e de união.”

Freixo disse ainda não ter “problema” e afirmou que torce para que um deles seja eleito, já que há apenas uma vaga no Senado por estado na eleição deste ano. O candidato reforçou ainda que a aliança entre os partidos “não foi desfeita” e tem o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Lula, porém, tem dito publicamente que o seu candidato ao Senado no Rio é Ceciliano.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo