CartaExpressa
Após assassinato de petista por bolsonarista, Anitta declara voto em Lula
A cantora se ofereceu ainda para ajudar a engajar a campanha do petista nas redes sociais
Em meio à revolta e comoção pelo assassinato do guarda municipal Marcelo Arruda, morto por um militante bolsonarista que invadiu sua festa de aniversário, a cantora Anitta manifestou seu apoio à candidatura do ex-presidente Lula já no primeiro turno – e se ofereceu para ajudar a engajar a campanha do petista nas redes sociais.
“Não sou petista e nunca fui. Mas este ano estou com Lula e quem quiser minha ajuda pra fazer ele bombar aqui na Internet, tik tok, Twitter, Instagram é só me pedir que estando ao meu alcance e não sendo contra lei eleitoral eu farei”, escreveu em suas redes sociais.
Não sou petista e nunca fui. Mas este ano estou com Lula e quem quiser minha ajuda pra fazer ele bombar aqui na Internet, tik tok, Twitter, instagram é só me pedir que estando ao meu alcance e não sendo contra lei eleitoral eu farei
— Anitta (@Anitta) July 11, 2022
A artista explicou que chegou a cogitar um terceiro nome para seu voto, e justificou a sua mudança de postura diante o assassinato de Arruda, morto a tiros pelo bolsonarista Jorge José Guaranho, em Foz do Iguaçu, Paraná, no sábado.
“Pois muito que bem. Eu havia falado aqui nas redes que não apoiaria lula nas eleições por querer algo novo e diferente para que o Brasil experimente um meio termo entre os ideais da população dos dois lados e realmente pudesse tentar algo diferente do que já tivemos no passado. Mas a aposta EXTREMAMENTE agressiva e anti democrática dessa gente não me deixa outra opção. É LULALÁ … seus burros, agressores, autoritários e violentos”, escreveu em suas redes.
Pois muito que bem. Eu havia falado aqui nas redes que não apoiaria lula nas eleições por querer algo novo e diferente para que o Brasil experimente um meio termo entre os ideais da população dos dois lados e realmente pudesse tentar algo diferente do que já tivemos no passado
— Anitta (@Anitta) July 11, 2022
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



