CartaExpressa

‘Não faço mais campanha com bandido’, diz Ciro sobre posição em 2º turno entre Lula e Bolsonaro

O pedetista, 3º colocado nas pesquisas, afirmou que endossaria a si próprio

‘Não faço mais campanha com bandido’, diz Ciro sobre posição em 2º turno entre Lula e Bolsonaro
‘Não faço mais campanha com bandido’, diz Ciro sobre posição em 2º turno entre Lula e Bolsonaro
Foto: Reprodução
Apoie Siga-nos no

O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, voltou nesta sexta-feira 3 a indicar que não apoiaria Lula (PT) em um eventual segundo turno contra Jair Bolsonaro (PL) em outubro.

Questionado sobre como se manifestaria na provável disputa entre o petista e o ex-capitão, Ciro respondeu, em entrevista ao site O Antagonista: “Eu vou apoiar a mim mesmo”.

“Eu, para acordar cedo e aguentar as humilhações, tenho que acreditar firmemente”, emendou o pedetista, que afirmou ter motivos para acreditar ser possível “furar a bolha”. Segundo ele, “mais de um terço dos eleitores que hoje declaram voto no Lula têm como única razão derrotar o Bolsonaro”.

Na sequência, Ciro completou: “Eu não faço mais campanha ao lado de bandido em nenhuma circunstância, seja bandido do PT, seja bandido de Bolsonaro. Nunca mais. Por nenhuma ordem de consideração”.

Uma pesquisa Ipespe divulgada nesta sexta mostra que Lula mantém o resultado registrado na última rodada e segue com 45% das intenções de voto, 11 pontos percentuais à frente de Bolsonaro, que tem 34%, o mesmo desempenho do último levantamento.

Ciro tem o melhor resultado entre os demais candidatos, mas marca apenas 9% das intenções de voto – oscilação positiva de um ponto percentual. Os outros nomes, somados, chegam a 6%. Destes, 3% são eleitores de Simone Tebet (MDB).

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo